quinta-feira, 25 de junho de 2015

CURSO: ASPECTOS TÉCNICOS E AMBIENTAIS PARA ELABORAÇÃO DE LAUDOS PERICIAIS


Este curso abordará os principais Aspectos Ambientais e Legais para capacitação de Peritos e Assistentes Técnicos para atuação em Perícias Ambientais, os módulos serão ministrados por profissionais com experiência prática na área de atuação.  Identificamos como público alvo: Profissionais Graduados, Técnicos que atuam em projetos socioambientais, Estudantes e Interessados no tema que desejam ampliar o conhecimento para o aprimoramento técnico e o desenvolvimento de novas competências, para um mercado cada vez mais exigente. VAGAS LIMITADAS.  
Segundo Alzira Amâncio Garcia, diretora secretaria de responsabilidade sócio ambiental do SINQUISP, que esclareceu que este curso faz parte do projeto para popularização do conhecimento em temas ambientais.
ATUALIZAÇÃO: DESCONTO NO VALOR DO CURSO! 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz 2014!


São Paulo ganha parque sustentável que vai gerar energia solar

Inaugurado na última quinta (26), o Parque Candido Portinari terá várias estratégias sustentáveis.
Inaugurado na última quinta (26), o Parque Candido Portinari terá várias estratégias sustentáveis. 
Foto :Divulgação/Secretaria de Energia do Estado de São Paulo
Foi inaugurado em São Paulo, na última quinta-feira (26), o Parque Candido Portinari, localizado ao lado do Parque Villa Lobos, zona oeste da cidade. Com uma área de cerca de 121 mil metros quadrados, o parque foi construído baseado em vários conceitos de sustentabilidade, como, por exemplo, o total aproveitamento das instalações e a reciclagem dos resíduos das obras. Além disso, uma usina de energia solar deverá ser inaugurada no espaço do parque.
Entre as estratégias de sustentabilidade, o Candido Portinari terá um sistema de captação de águas pluviais para irrigação das áreas verdes do novo parque, que também atenderá o Villa Lobos durante os períodos de estiagem. A iluminação é feita com lâmpadas de LED e o espaço possui 60 bancos de madeira plástica reciclável e 30 quiosques com coberturas de telhas ecológicas.
Na inauguração do parque, também foram apresentados os planos de instalação de uma usina solar entre o Villa Lobos e o Candido Portinari. A unidade de geração deverá ocupar uma área de 10 mil metros quadrados, com 2.500 painéis fotovoltaicos. Administrada pela Secretaria do Meio Ambiente (SMA), pela Secretaria de Energia (SE) e pela Companhia Energética de São Paulo (CESP), o parque solar custará 13,3 milhões e vai testar o potencial fotovoltaico da capital paulista.
Na lista de alternativas de mobilidade, os frequentadores do novo parque contarão com uma ciclovia de 1.300 metros, integrada à via exclusiva para bicicletas do Villa Lobos. Há também uma pista de caminhada e um espaço para as pessoas andarem de skate, com 1.600 metros quadrados. O Candido Portinari fica localizado próximo à estação de trem Villa Lobos – Jaguaré da Linha 9 – Esmeralda da CPTM, e possui estacionamento com 640 vagas.
Já em sua infraestrutura de lazer, o parque conta com quatro quadras poliesportivas, duas quadras de vôlei de areia, um minicampo de futebol de areia, espaço de convivência para cães e duas áreas para prática de ginástica ao ar livre, além de zonas para piquenique. Também há um playground educativo voltado às crianças.
O parque Candido Portinari demandou um investimento total de R$ 12,5 milhões, bancado pelo Governo do Estado e pela Comgás. A área ocupada pelo parque foi recuperada com a implantação de canteiros, gramados e bosques. São 1.720 árvores, sendo algumas espécies nativas da Mata Atlântica.
Em seu discurso de inauguração, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a população de São Paulo “pode se orgulhar” pela concentração da Mata Atlântica no Estado. "Nós, brasileiros de São Paulo, podemos nos orgulhar porque metade do que sobrou de Mata Atlântica no Brasil está em São Paulo. E estamos trabalhando para aumentar essa marca", declarou Alckmin.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo

Sistema aproveita resíduos de esgoto pra regar telhados e paredes de edifícios

Sabemos como os telhados verdes e jardins verticais são importantes para mudar a paisagem das nossas cidades, oferecendo-lhes mais verde e menos CO2. Mas há fatores a ter em conta nessa opção que se pretende sustentável. Como o consumo de água é muito alto, a empresa brasileira Ecotelhado teve uma ideia inovadora – reutilizar resíduos orgânicos do edifício pra irrigar os jardins.
Sistema Integrado Ecoesgoto (SIE) trata os resíduos dentro do próprio empreendimento, provenientes de descargas de sanitários, papel higiênico ou restos de alimentos, além de prever também a captação e reutilização da água da chuva pra regar os espaços verdes.
A ideia parece ser muito útil pra resolver problemas de saneamento básico, que o Brasil e muitos outros países ainda enfrentam, e não recorre a produtos químicos nem exige muita manutenção.
Os vídeos abaixo mostram bem o seu funcionamento, assista:
EcoEsgoto1
EcoEsgoto3
EcoEsgoto4

Fonte: Jaque Barbosa/ Hypeness


sábado, 28 de dezembro de 2013

Réveillon de Copacabana terá coleta seletiva de lixo pela primeira vez

Foto: Divulgação
A coleta de lixo seletiva será a novidade do réveillon da Praia de Copacabana, que terá um megaesquema de organização e infraestrutura para receber mais de 2 milhões de pessoas. A extensão da orla terá 11 locais – chamados de Ecopontos – para que o público descarte o lixo de maneira sustentável. Além de estimular a preservação do meio ambiente, 150 equipes do Lixo Zero também circularão entre o público para coibir o lixo jogado na rua.
Neste ano, 381 garis vão circular pela Praia de Copacabana durante o evento e outros 1.155 ficarão responsáveis pela limpeza da praia após a dispersão. A intenção da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) é entregar a praia limpa para a população antes das 10h da manhã do dia 1º. No total, incluindo equipes da Secretaria Municipal de Conservação, serão 2.500 homens participando efetivamente das operações de limpeza da virada de ano.
Na tarde de hoje (27), o secretário municipal de Turismo, Antônio Pedro Figueira de Mello, reuniu representantes dos principais órgãos envolvidos na organização da festa para anunciar como será o evento. A Polícia Militar vai disponibilizar um efetivo de 1.522 homens para fazer a segurança do réveillon, que vai incluir trabalho de observação a partir de 30 torres instaladas na orla da praia. A Estação Arcoverde do metrô, a mais próxima à Avenida Atlântica, terá reforço no patrulhamento e cães.
O trânsito também ganhou uma atenção especial. Como todos os anos, Copacabana terá vários pontos de bloqueio. A partir das 18h, apenas ônibus e táxis terão acesso ao bairro, e após as 22h nenhum veículo poderá entrar em Copacabana. A recomendação é para que o público que for assistir à queima de fogos não utilize o carro para chegar ao bairro, já que não haverá locais de estacionamento. Os acessos de ônibus ocorrerão ao longo do dia 31 em três pontos: na Enseada de Botafogo; na Avenida Vieira Souto, em Ipanema; e na Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa.
Segundo a Metrô Rio, 50% dos bilhetes colocados à venda para o réveillon de Copacabana já foram vendidos. A operação especial implantada para atender ao público inclui bilhetes vendidos previamente com horários pré-determinados na ida. A Supervia também colocará à disposição do público trens extras durante toda a madrugada, partindo da Central do Brasil.
A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) já começou a intensificar a fiscalização pelo bairro. Segundo o secretário Alex Costa, durante o dia 31, 1.862 guardas municipais participam do trabalho, dos quais 440 ficarão responsáveis pelo trânsito.
A Secretaria Municipal de Saúde também vai atuar na festa da virada. Cinco postos de saúde ficarão responsáveis por atender ao público, com apoio de 48 ambulâncias e 106 leitos. O Corpo de Bombeiros colocará nas ruas cerca de 300 homens para casos de incêndio e pânico. Os postos de salva-vidas da praia funcionarão normalmente para dar apoio ao esquema. 
(Fonte: Agência Brasil)

As principais catástrofes naturais no mundo em 2013

Mulher caminha sobre destroços após terremoto em Gansu, na China
China Daily/Reuters
Mulher caminha sobre destroços após terremoto em Gansu, na China: terremoto de 6,6 graus Richter em Gansu, na China, deixa 95 mortos, 1.001 feridos, 226.700 evacuados e derruba 51.800 casas
Terremotos
- 6 fevereiro.- Tsunami seguido por terremoto de 8 graus na escala Ritcher atinge as Ilhas Salomão, deixando 11 mortos e três aldeias arrasadas.
- 9 abril.- Um terremoto de 6,1 graus na escala Richter em Buhehr, no Irã, deixa 37 mortos, 950 feridos e 800 casas destruídas.
- 16 de abril.- Um terremoto de 7,5 graus de magnitude, com epicentro no Irã, deixa 32 mortos e 150 feridos em Baluchistão, no Paquistão, com o desabamento de cerca de 200 casas na aldeia de Zawat, e no Irã, um morto e 27 feridos em Saravan.
- 20 abril.- Um terremoto de 7 graus na escala Richter em Sichuan, na China, deixa 192 mortos, 25 desaparecidos, 12 mil feridos, 220 mil evacuados e 13 mil casas destruídas.
- 2 julho.- Terremoto de 6,1 graus na escala Ritcher na ilha de Sumatra, na Indonésia, deixa 35 mortos, 8 desaparecidos, 275 feridos e 4.292 casas destruídas.
- 22 julho.- Um terremoto de 6,6 graus Richter em Gansu, na China, deixa 95 mortos, 1.001 feridos, 226.700 evacuados e derruba 51.800 casas.
- 24 setembro.- Um terremoto de 7,7 graus de magnitude no Baluchistão, no Paquistão, deixa 375 mortos, 755 feridos, 150 mil afetados e 40 mil casas derruídas. Após o terremoto, emergiu a ilha de Zalzala Koh. Outro terremoto de 6,8 graus deixou 12 mortos no dia 28 mortos.
- 15 outubro.- Terremoto de 7,2 graus na escala Richter na ilha de Bohol, nas Filipinas, deixa 156 mortos, 22 desaparecidos e 3,3 milhões de afetados.
Ondas de frio
- 2-7 janeiro.- Uma onda de frio castiga a Índia e deixa 126 mortos, em sua maioria indigentes.
- 6 janeiro.- Temperaturas de até 40 graus abaixo de zero na China deixam dois mortos e 770 mil afetados.
- 23 janeiro.- Onda de frio de até 30 graus abaixo de zero atinge nordeste dos Estados Unidos e deixa três mortos.
- 5 março.- Uma onda de frio castiga a Rússia com temperaturas inferiores a 20 graus abaixo de zero, deixando quatro mortos.
- 18-25 julho.- Seis mortos após onda de frio que castiga Argentina, Brasil e Paraguai.
Ondas de Calor
- Junho.- São descobertos 27 corpos de imigrantes ilegais no deserto do Arizona, nos Estados Unidos, onde as temperaturas superam os 45 graus. No Arizona, Califórnia e Nevada houve centenas de pessoas hospitalizadas, somente 200 em Las Vegas.
Erupções vulcânicas
- 7 maio.- Cinco mortos após uma explosão que sacudiu as aldeias próximas ao vulcão Mayon, nas Filipinas.
- 12 agosto.- Uma nuvem de fumaça de 2 mil metros e a erupção do vulcão Rokatenda deixam seis mortos e 500 evacuados na ilha de Palue, na Indonésia.
Inundações
- 17-18 janeiro.- Graves inundações em Jacarta, na Indonésia, deixam 26 mortos e 33 mil desabrigados.
- 12-30 janeiro.- 48 pessoas morrem em Moçambique, 150 mil são evacuadas e 240 mil afetadas pelas inundações.
- 24-25 março.- As intensas precipitações em Petrópolis, no Brasil, deixam 33 mortos e dezenas de feridos.
- 2-4 abril.- Temporal que castigou cidades de Buenos Aires e La Plata deixam 54 mortos na Argentina.
- Março-6 maio.- 91 pessoas morrem, 98.500 são evacuadas, 700 casas são destruídas e 5.500 hectares de plantações danificados pelos alagamentos no Quênia.
- 1-20 junho.- 27 mortos, milhares de casas e hectares inundados, perdas milionárias e milhares de evacuados no norte e centro da Europa após os rios alcançarem níveis históricos, provocados pelas fortes chuvas e as águas do degelo.
- 17-26 junho.- As chuvas de monção deixam na Índia 882 mortos e 2 mil desaparecidos.
Furacões, ciclones, tufões e tornados 
- 14-17 maio.- 50 mortos, 50 desaparecidos e um milhão de evacuados após a passagem do ciclone "Mahasen" por Mianmar e Bangladesh.
- 20 maio.- Um tornado, de categoria EF5, arrasa Oklahoma City e deixa 24 mortos e 237 feridos.
- 13-16 julho.- O tufão Soulik deixa em Taiwan três mortos, um desaparecido e 123 feridos, e na China, 108 mortos, 183 desaparecidos e um milhão de afetados.
- 14-18 setembro.- A confluência do furacão "Ingrid", no Atlântico, e do furacão "Manuel", no Pacífico, deixam no México 157 mortos, dezenas de desaparecidos e 1,7 milhão de afetados.
- 7-11 novembro.- O supertufão "Haiyan", de categoria 5, deixa nas Filipinas 5.500 mortos, 26.136 feridos, 1.757 desaparecidos e 9,9 milhões de afetados. No Vietnã, o mesmo tufão deixou 13 mortos e 600 mil evacuados, além de oito mortos em Taiwan e 12 mortos e 12 desaparecidos na China.
- 9-10 novembro.- 300 mortos e centenas de desaparecidos e aldeias inteiras destruídas após a passagem de um ciclone tropical por Puntlândia, na Somália. 
Fonte:EXAME

Festas de fim de ano poluem a costa brasileira e é ameaça real às espécies marinhas


Milhares de brasileiros comemoram a virada do ano na praia. E, por causa do ritual do réveillon, garrafas, flores e velas invadem as areias e muitas vezes são jogadas ao mar, como presente para Iemanjá, a rainha das águas, segundo o sincretismo religioso. Para conscientizar a população sobre a importância da limpeza de praias e oceanos e alertar quanto às ações que podem ser adotadas para reduzir os danos dos resíduos sólidos ao litoral, o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Gerência de Zoneamento Costeiro da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, atua com ações e projetos de incentivo à sustentabilidade costeira.

Uma dessas iniciativas é o Projeto Orla, que vem fomentando a discussão do gerenciamento costeiro e promoção do uso sustentável de recursos naturais, o que inclui a limpeza a conservação de oceanos. Além de cursos de capacitação de técnico e multiplicadores, o Projeto Orla busca promover o ordenamento dos espaços litorâneos sob domínio da União, aproximando as políticas ambientais ao governo e à sociedade. “Entre os objetivos do projeto estão o fortalecimento da capacidade de atuação e articulação de diferentes atores do setor público e privado na gestão integrada da orla”, aponta a coordenadora de Gerenciamento Costeiro do MMA, Leila Swerts.

PROBLEMAS COMUNS 
Em geral, os resíduos sólidos são problemas comuns. O Brasil possui aproximadamente 400 municípios costeiros e, atualmente, 80 deles já tem adesão em alguma fase do Projeto Orla. “A expectativa é que novos municípios sejam alcançados para implantação do projeto, o que garantirá um espaço costeiro mais limpo e sustentável”, diz Leila. 

Uma das principais consequências dos modelos e padrões de produção e consumo adotados pela sociedade atual é a geração de resíduos. Conforme a coordenadora de Zoneamento Costeiro, considerando que o mundo vive a “era dos plásticos”, material relativamente barato e de grande durabilidade. Grande quantidade desse material acaba chegando, de uma forma ou de outra, em ambientes marinhos e costeiros, provocando um grande problema que diz respeito a toda a sociedade.


Segundo a coordenadora do MMA, o lixo marinho é qualquer tipo de resíduo sólido de origem antropogênica (produzido pelo homem) gerado em terra ou no mar que, intencionalmente ou não, tenha sido introduzido no ambiente marinho, incluindo o transporte destes materiais por meio de rios, sistema de drenagens e esgoto, ou vento. “Ao contrário do que muitos pensam, a maior parte do lixo marinho tem origem no continente, ao atingir os ecossistemas marinhos e costeiros, estes resíduos geram danos significativos aos seres vivos”, acrescenta Leila Swerts. 

Dessa forma, torna-se comum a ingestão dos resíduos por aves, tartarugas marinhas, peixes e mamíferos marinhos. E danos diretos em ecossistemas naturais, como ocorre no caso dos recifes de corais. “Também vem sendo estudada a capacidade de adsorção de poluentes persistentes por plásticos, que acabam sendo ingeridos por animais ao logo da cadeia alimentar, podendo chegar até os seres humanos”, diz a coordenadora do MMA. 

Fonte: SOPHIA GEBRIM MMA