terça-feira, 28 de junho de 2011

Caixa quer estimular reciclagem de resíduos sólidos de construção e demolição


A Caixa Econômica Federal lançou hoje (27) chamada pública para implementação de projetos para gestão de resíduos sólidos de construção e demolição, feitos por consórcios públicos e prefeituras municipais. O Fundo Socioambiental Caixa poderá aplicar até R$ 3,8 milhões nos projetos. O investimento contribuirá para a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Segundo comunicado da Caixa, "a seleção tem como objetivo estimular a reciclagem de resíduos de construção e demolição, e seu reaproveitamento nas obras, além de promover aeducação ambiental e a mobilização da sociedade". Os projetos serão recebidos até o dia 26 de agosto de 2011.
A geração de resíduos de construção e demolição é oriunda da construção da infraestrutura urbana e abrange a fase de implantação da obra, execução dos serviços, manutenção, reforma, desocupação e demolição. De acordo com a Caixa, estima-se que de 40% a 70% dos resíduos urbanos sejam de construção e demolição.
De acordo com a Caixa, podem se habilitar aos recursos consórcios públicos para gestão de resíduos sólidos, prefeituras de municípios com mais de 100 mil habitantes ou instituições vinculadas, responsáveis pela gestão de resíduos sólidos. É condição para a seleção a existência de Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil ou Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, em vigor no município onde o projeto será implantado.
O Fundo Socioambiental Caixa recebe até 2% do lucro anual do banco para realizar investimentos em projetos sociais – de cidadania inclusiva e geração de trabalho e renda; e em projetos ambientais – de proteção da biodiversidade e para cidades mais sustentáveis.
Este mês, o Fundo Nacional do Meio Ambiente, do Ministério do Meio Ambiente, abriu chamada pública, em cooperação com o fundo, para aplicar R$ 6 milhões na biodiversidade da Caatinga. Neste caso, as inscrições estão abertas até 22 de agosto de 2011.
Fonte: ABr - Fonte: Flickr/profjoao

Governo brasileiro quer construir navios de pesquisa para explorar e mapear o mar territorial


O Brasil pretende construir “modernos” navios de pesquisa nos estaleiros do país para integrar a frota que será usada no mapeamento da plataforma continental brasileira. A informação foi dada pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, depois de reunião com representantes da Marinha nesta terça-feira (21) no Rio de Janeiro.
A ideia do Ministério da Ciência e Tecnologia é conhecer os 4,5 milhões de quilômetros quadrados do mar territorial brasileiro e da zona econômica exclusiva do país, a fim de identificar potenciais econômicos, conhecer a biodiversidade e estudar os efeitos das mudanças climáticas e da poluição no mar brasileiro.
“Esta é a última fronteira do conhecimento estratégico do Brasil, assim como a Amazônia foi ao longo dos anos recentes um grande desafio para o país. A plataforma continental é uma área semelhante à Amazônia brasileira, com 4,5 milhões de quilômetros quadrados”, disse.
O mapeamento ainda está sendo planejado, em parceria com a Marinha, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a estatal petrolífera Petrobras e a mineradora privada Vale. O ministro não deu prazo para a compra dos navios ou para o início do programa de pesquisas da plataforma continental.
“Nós deveremos construir navios de pesquisa bem modernos no Brasil e também adquirir navios para dar conta desse desafio. Estamos na última etapa desse processo. E a parceria com essas instituições nos dá as condições de viabilizarmos um grande programa de pesquisa com navios que vão ser laboratórios para todas as escolas de oceanografia”, disse.
Segundo Mercadante, o financiamento da pesquisa deverá ser garantido pela ANP, interessada em conhecer os campos petrolíferos do país, e pelas empresas Petrobras e Vale, que têm interesses econômicos na plataforma continental. (Fonte: Vitor Abdala/ Agência Brasil)

Noruega e Alemanha doam US$ 93 milhões para o Fundo do Clima


Noruega e Alemanha anunciaram nesta terça-feira (21) ajuda de US$ 93 milhões ao Banco Mundial destinado a programas de redução do desmatamento em florestas tropicais, um dos responsáveis pela aceleração das mudanças climáticas.
A Noruega, principal doadora para proteção das florestas foi responsável pela doação de US$ 50 milhões ao Fundo de Carbono do Banco Mundial, como parte do mecanismo imposto pela Organização das Nações Unidas.
Já a Alemanha informou que os US$ 43 milhões são referentes a doações passadas. A quantia cedida pelas duas nações europeias eleva o total do Fundo de Carbono para US$ 200 milhões, que já conta com dinheiro da Grã-Bretanha, Austrália e Estados Unidos.
Segundo Erik Solheim, ministro do Meio Ambiente da Noruega, o dinheiro vai ajudar nos projetos bilaterais, o que inclui US$ 1 bilhão para o Brasil e Indonésia. O desmatamento responde por cerca de 20% das emissões de gases na atmosfera. As árvores nativas funcionam como capturadoras de dióxido de carbono durante o crescimento.
Preocupação – Apesar da novidade, o representante do Banco Mundial, Andrew Steer, afirmou que o dinheiro para Fundo do Clima, criado pela ONU durante a conferência de Copenhague de 2009 e oficializado em Cancún no ano passado, tem aparecido muito lentamente. “Estamos muito preocupados com o gap que já está aparecendo”, afirmou Steer.
O gap citado é o intervalo entre os acordos obrigatórios pra redução das emissões. Atualmente em vigência está o Protocolo de Kyoto, que atinge 40 países desenvolvidos, exceto os Estados Unidos, obrigando à diminuição das emissões entre 2008 e 2012.
Entretanto, um novo tratado que incluiria as novas potências emergentes e os principais emissores mundiais, entre eles a China, ainda está em discussão e não tem data para ser definido.
Fonte :globo natureza

Nasa envia expedição ao Ártico para estudar efeitos do clima


Quase cinquenta cientistas da Nasa iniciam neste final de semana uma expedição ao Ártico para estudar como as mudanças climáticas afetam os oceanos e os ecossistemas marinhos, informou nesta terça-feira (21) a agência espacial americana.
Será a segunda e última expedição da missão Icescape (sigla em inglês para Impactos do Clima nos Ecossistemas e a Química do Meio Ambiente no Pacífico Atlântico). A expedição anterior aconteceu em 2010.
“Esperamos que esta segunda expedição nos permita ainda recolher dados sobre os processos físicos que provocam um aumento dos nutrientes em águas profundas e na superfície do oceano”, disse Kevin Arrigo, da Universidade de Stanford de Palo Alto (Califórnia), cientista responsável pela missão.
“No ano passado, o Icescape permitiu uma série de descobertas sobre o ciclo do fitoplâncton”, disse o comunicado. “Agora sabemos a que ritmo se desenvolve o fitoplâncton e como ele reage, e as informações obtidas durante essa nova expedição nos ajudarão a confirmar essas observações”, disse o cientista.
O fitoplâncton, formado por organismos microscópios, tem um papel determinante na fixação do carbono mineral (CO2) que se encontra no oceano e é a base alimentar da maioria das espécies marinhas.
Os 47 cientistas de diferentes disciplinas que participarão da expedição embarcarão na Guarda Costeira “Cutter Healy”, que atracará em Dutch Harbor, Alasca, em 25 de junho.
Uma grande variedade de instrumentos será utilizada a bordo do navio e alguns aparelhos de medição serão implantados no oceano e no gelo do Ártico, disseram os cientistas.
Segundo eles, as observações e medições que serão feitas no local, combinadas com as obtidas por satélites da NASA, são essenciais para compreender o Ártico, onde os efeitos das mudanças climáticas são sempre ampliados.
A acelerada redução da superfície e da espessura do gelo que recobre o oceano Ártico são testemunho desta tendência de mudanças e os cientistas desejam saber como essas mudanças afetam o ecossistema e a fauna marinha.
Fonte:g1.com.br

O Mar Báltico, em breve com água doce


Estudo faz descobertas alarmantes

A mudança do clima irá transformar o Mar Báltico em uma região cada vez mais de água doce e devastar sua vida marinha, de acordo com cientistas. Um estudo multinacional descobriu que um aumento na precipitação na região levaria o mar a ficar menos salgado. Esta queda na salinidade mudaria a vida marinha, que já sofre com o excesso de pesca e a poluição por agentes químicos. 

Chris Reid, do Instituto Marítimo da Universidade de Plymouth, que esteve envolvido  no estudo, disse ao Independent: "Devido ao aquecimento global, há previsão de um aumento na precipitação nas bacias de rios que fluem para o Báltico. Como resultado o mar, por ser enclausurado e com uma saída muito estreita, vai ficar mais doce. Isto acontecerá nos próximos cem anos". 

As transformações no ecossistema do Báltico estão entre várias mudancas relatadas no projeto de pesquisa, liderado pelo Climate Change & European Marine Ecosystem Research (Clamer), que coletou mais de 13 anos de relatórios, envolvendo 17 institutos marítimos de 10 países europeus.  Outra descoberta alarmante foi a chegada de uma nova espécie de plâncton no Atlântico Norte, vinda do Pacífico. A espécie microscópica tinha desaparecido da região 800 mil anos atrás. Como a abertura da Passsagem Noroeste, devida ao derretimento da camada de gelo ártica, a planta flutuou de volta ao polo. Alga é uma fonte de alimento, mas especialistas dizem que uma mudança da rede alimentar marinha pode prejudicar ou mesmo destruir os pilares da vida existente no Oceano Atlântico. 

Antes do congelamento ártico, quase um milhão de anos atrás, a água do Pacífico podia entrar no Atlântico  Norte, o que permitiu que um grande número de espécies do Pacífico dominassem seu ecossistema. Algumas das espécies encontradas hoje em águas européias vieram originalmente do Pacífico. "Se o Ártico continuar a derreter as espécies podem atravessar. Os efeitos sobre os peixes seriam enormes. Haveria uma competição crescente. Por exemplo: há seis espécies diferentes de salmão no Pacífico, mas apenas uma no Atlântico. Os estoques atuais de salmão  no Atlântico estão em uma situação séria, e qualquer coisa que exaberce isto será um problema real", disse Reid. 

No ano passado, uma baleia cinzenta do Pacífico foi vista no Mediterrâneo, ma primeira ocorrência deste tipo em três séculos. Os cientistas acreditam que a redução do gelo no Ártico permitiu que ela cruzasse para o Atlântico Norte. As espécies marinhas estão tendendo a migrar para os polos, mas o fazem em velocidades diferentes. Isto torna difícil prever como elas irão interagir. Em mares fechados, espécies que requerem águas mais frias não terão para onde ir com o aquecimento. Pesquisadores acreditam que, com o aquecimento do Mediterrâneo, um terço de suas 75 espécies de peixe estarão ameaçadas, e seis serão extintas.

Foto: Romtomtom/Creative Commons



Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/blog

Capital do Chile decreta estado de alerta ambiental causado por poluição


A capital chilena, Santiago, tem sofrido com os altos índices de poluição. Na última segunda-feira (27) as autoridades locais decretaram estado de alerta devido à imensa quantidade de partículas poluentes e prejudiciais à saúde contidas no ar.
Segundo anúncio da Prefeitura de Santiago é possível que a cidade seja obrigada a reduzir a frota de automóveis que trafegam pelas ruas diariamente e também controlar a poluição proveniente das atividades industriais.
A cidade é uma das mais poluídas da América Latina, ao lado de São Paulo e Cidade do México, e abriga mais de sete milhões de habitantes. A realidade atmosférica fica ainda pior durante o inverno, quando a quantidade de chuvas é reduzida.
Há duas semanas Santiago já havia registrado os níveis de poluição mais altos dos últimos três anos, graças a um outono muito seco. Os especialistas locais não acreditam em uma mudança muito representativa nos índices de umidade do ar durante o inverno, que teve início no último dia 21.
Os principais afetados por esses níveis de poluição são as pessoas residentes de bairros pobres e crianças, que estão vulneráveis às doenças respiratórias e também aos vírus transmitidos pelo ar. Conforme explicado pelo ministro da Saúde, Jaime Mañalich, que informou que 80% dos casos de atendimentos hospitalares foram ocasionados por doenças respiratórias.
Para minimizar esses riscos é possível que a queima da madeira e a produção energética através da biomassa sejam suspensas. Além disso, 1,3 milhão de carros devem ter tráfego restringido, 500 fábricas paralisadas e até mesmo a prática esportiva nas atividades escolares pode ser suspensa. Com informações do G1 e agências de notícias.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Campanha ensina como separar o lixo corretamente


Lançada pelo MMA, a campanha “Separe o lixo e acerte na lata” dá dicas sobre a separação do lixo seco e úmido e mostra à população, de forma supersimples, os benefícios da coleta seletiva para o planeta. A ação conta com vídeos que serão exibidos nos canais da TV aberta. Assista!


Muitos ainda têm dúvidas na hora de fazer a separação do lixo úmido e seco e, para esclarecer todas elas, o MMA – Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o MDS – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, lançou nesta segunda-feira, 20 de maio, a campanhaSepare o lixo e acerte na lata.

A ideia é mostrar, a partir de uma linguagem simples e didática, como deve ser feita a separação do lixo nas residências e, ainda, revelar os benefícios da coleta seletiva – e, consequentemente, doreaproveitamento dos materiais descartados – para o planeta, a fim de convencer cada vez mais pessoas a aderir à prática.

Para isso, a campanha conta com três filmes de 30 segundos para TV, além de anúncios para revistas, spot para rádio e banners de internet, que em sua primeira fase focam em quatro resíduos muito comuns nas lixeiras de todos os brasileiros: cascas de banana, embalagens longa vida, garrafas PET e latinhas de alumínio.

Você sabia, por exemplo que, depois de recicladas, as PETs podem ser usadas na confecção de tecidos, vassouras, madeira sintética e até casco de barco? Já a embalagem longa vida pode ser útil na fabricação de telhas e papel. No entanto, as peças publicitárias mostram que a reciclagemdesses materiais se torna muito mais fácil se eles já são separados e limpos nas próprias residências. O que custa ajudar?

Assista, abaixo, aos três vídeos da campanha Separe o lixo e acerte na lata, que começarão a ser  exibidos ainda hoje nos canais da TV aberta, e se inspire para começar a realizar a coleta seletiva, de forma certa, na sua casa! 


Energia solar aumenta qualidade de vida na África


Placa Solar instalada em escola infantil no interior do Quênia: luz do sol possibilitou dobrar a quantidade de alunos nos colégios


Todo dia que o Sol dá as caras na zona rural do sudeste africano é um indício de que vai haver aula nas escolas da região. Foi graças à energia solar que milhares de jovens puderam retomar (ou até iniciar, em alguns casos) os estudos. Como muitas regiões da África sofrem com a falta de energia elétrica, um grupo de voluntários criou uma força-tarefa para instalar painéis solares nas escolas, possibilitando que os alunos pudessem aprender também a noite, quando os colégios costumavam ficar fechados por falta de eletricidade. 

Com a energia limpa vinda dos raios de sol, foi possível retomar as aulas em 108 escolas da região. A captação de energia solar também permitiu que os estudantes tivessem acesso ao computador e à internet, buscando conteúdos na rede e aprendendo de uma maneira diferente daquela a que estavam acostumados. Essa é apenas uma das ações da SolarAid, ONG que trabalha para gerar energia para as comunidades africanas. Com atuação em países como Quênia, Tanzânia, Maláui e Zâmbia, a instituição já conseguiu levar energia para mais de 10 mil residências e mais 19 clínicas, além de hospitais e comércios. Com base em Londres, a SolarAid capacita voluntários para ensinarem os próprios moradores dessas comunidades a instalarem as placas fotovoltaicas (que transformam raios de sol absorvidos em energia elétrica) e ainda incentiva o empreendedorismo, à medida que possibilita que os habitantes capacitados passem a vender (por preços justos, claro) os produtos criados pela ONG com o selo SunnyMoney, que vão desde luminárias para as casas a carregadores de celulares e outros equipamentos. 

Com um investimento de menos de 1,5 milhão de libras até agora, a instituição conseguiu gerar empregos, resolver o problema de falta de energia em 45% das comunidades carentes do sudeste africano, aumentar a incidência de crianças e adolescentes nas escolas e ainda promover o uso de uma energia limpa e renovável que, além de tudo, faz bem aos próprios moradores - que, assim, deixaram de consumir cerca de 2,3 milhões litros de querosene tóxico à saúde.
Fonte: Planeta Sustentável

domingo, 26 de junho de 2011

Tijolo de plástico reciclado


 empresa inglesa Ecomat Research foi fundada em 2008 e, desde então, busca soluções ecológicas para o ramo da construção. Neste ano, durante a semana de design de Milão, a empresa apresentou os tijolos que são feitos de plástico reciclado.
A alternativa criada pela Ecomat parere uma peça de lego gigante, com 33 centímetros de comprimento e 25 centímetros de altura. Esta pode ser uma importante e eficiente alternativa para substituir os tijolos tradicionais, pois dispensa a necessidade de vigas de metal e cimento. A fabricante garante que eles também funcionam como isolante térmico e acústico e resistem até mesmo a terremotos.
Entre os benefícios ambientais obtidos a partir da utilização desse tijolo está a facilidade de transporte e o fato de não precisar de muitos outros materiais que, consequentemente, diminui as emissões de carbono.
Não é somente a aparência de Lego, a maneira simples de utilizar o tijolo também lembra muito o jogo de montar infantil. No vídeo abaixo, o diretor criativo da Ecomat, Danny Smile Wahab, mostra como funciona a invenção e como ela deve ser utilizada.

1° Motel Ecológico é inaugurado no Brasil



O dia dos namorados, 12 de junho, foi marcado pela inauguração do primeiro motel ecológico do Brasil. O grupo “Uau eu sou VIP” é o idealizador do empreendimento, Vitara Motel, construído em Taboão da Serra, grande São Paulo.
Com um investimento de R$ 3 milhões e um ano de planejamento, o motel exala sustentabilidade. O lixo é reciclado, a maior parte dos pisos tem certificação ecológica, a madeira do mobiliário também é certificada e de reflorestamento. As piscinas, duchas e hidromassagens são aquecidas à energia solar, os quartos e as luminárias foram desenvolvidos para gastar o mínimo de energia possível e toda a decoração remete a temas da natureza.
A escolha de seus funcionários também foi feita de forma consciente. A maioria dos contratados mora próximo ao estabelecimento, por isso não precisam utilizar transportes que poluem o ambiente, em seu trajeto para o trabalho.
O Vitara também oferece uma estrutura ideal para receber deficientes físicos. Existem banheiros adaptados e um elevador para conduzir os cadeirantes até uma das três suítes especiais. O motel conseguiu aliar conforto aos conceitos de sustentabilidade.

sábado, 25 de junho de 2011

Usina brasileira é a primeira a receber certificação ambiental


A usina da Raízen em Maracaí, São Paulo, foi a primeira no mundo a receber o certificado do Bonsucro, o primeiro protocolo de sustentabilidade no setor produtivo da cana de açúcar. A certificação atende 1,7 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, 130 mil toneladas de açúcar e 63 milhões de litros de etanol.
Esse volume representa cerca de 50% da produção total da usina, ligada à multinacional Raízen e que fornece açúcar para a Coca- Cola, que junto com a ONG ambiental WWF, criou uma meta que envolve ações sustentáveis de seus fornecedores. De acordo com Cássio Franco Moreira, coordenador de agricultura e Meio Ambiente da ONG WWF, a certificação, elaborada em conjunto com grupos internacionais, tem como critérios mais difíceis a redução do uso de agroquímicos e substituição de pesticidas.
“O ponto positivo para a usina é que ela pode acessar mercados que demandam maior sustentabilidade”, disse. O certificado também é uma ferramenta importante para medir a transformação social, ambiental e econômica da indústria da cana-de-açúcar.
O certificado é composto por 48 indicadores sociais, ambientais e econômicos que atendem a cinco cumprimentos de cinco pontos: legislação local, biodiversidade e impacto ao ecossistema, além de direitos humanos, produção e melhora contínua dos processos. O certificado tem validade de três anos e pode ser prolongado após auditoria. De acordo com Luiz Eduardo Osório, vice-presidente de desenvolvimento sustentável e relações externas da Raízen, a usina entrou no processo para conquistar o certificado desde 2008. “Foram três anos de trabalho intenso”, afirmou.
De acordo com Osório, 72% da cana é colhida de forma mecanizada. “Isto facilita processos e, por exemplo, não há queima após a colheita”, disse. A empresa segue o protocolo agroambiental do Estado de São Paulo, que impede a queima até 2014.
Mais 20 – Segundo o WWF, outras 20 usinas brasileiras devem receber o mesmo certificado ainda este ano. Franco Moreira afirma que o setor sucroenergético tem passivos antigos, como falta de áreas de preservação permanentes e reservas legais, mas que em relação ao desmatamento, não é tão preocupante como a soja e a pecuária, por exemplo. (Fonte: Maria Fernanda Ziegler/ Portal iG)

Leroy Merlin tem primeira loja com operação sustentável certificada do Brasil


Este título comprova que as medidas sustentáveis adotadas durante o projeto e construção da obra continuam sendo empregadas na loja. l Imagem: Rui Xavier / Leroy Merlin
Com menos de dois anos de funcionamento, a Leroy Merlin de Niterói, no Rio de Janeiro, deu um passo maior no quesito sustentabilidade e recebeu a primeira Certificação AQUA (Alta Qualidade Ambiental) Edifícios em Uso do Brasil, auditada pela Fundação Vanzolini. Este título comprova que as medidas sustentáveis adotadas durante o projeto e construção da obra continuam sendo empregadas na loja, ou seja, a Certificação AQUA conquistada anteriormente nas fases: Programa; Concepção (Projeto) e Realização (Obra) estão colocadas em prática e com sucesso.
“No processo desta certificação foram avaliadas 14 categorias segundo os níveis bom, superior e excelente, entre elas estão a relação do edifício com o seu entorno, canteiro de obras com baixo impacto ambiental, gestão da água e conforto higrotérmico. (...) No total, mais de 150 itens de sustentabilidade foram avaliados, passando desde a avaliação da construção até as boas práticas utilizadas na operação, estendendo-se ainda para as ações sociais da Leroy Merlin junto às comunidades locais e políticas de educação ambiental dos usuários e clientes da loja”, explica Pedro Sarro, diretor de obras da Leroy Merlin Brasil.
A loja vende mais de 2.200 produtos sustentáveis e estimula a compra desse tipo de artigo a seus clientes. No mesmo caminho está a loja Leroy Merlin de Taguatinga (DF), que já recebeu a certificação AQUA no Projeto e Construção e a loja Leroy Merlin Campinas Anhanguera (SP), inaugurada recentemente e já com o Certificado AQUA no Projeto.
Diferencias da loja
Economia de água: A água da chuva é armazenada em um tanque de 150 mil litros sendo reaproveitada nos banheiros, na irrigação dos jardins e na limpeza da loja gerando uma economia de até 50% de água. A água que sobra neste sistema é direcionada para os poços de infiltração, contribuindo para a manutenção do lençol freático, evitando o risco de enchentes.
Economia de Energia: A iluminação externa e de fechada utilizam tecnologia LED que são eficientes e muito econômicas. Além disso, vidros e brises na fachada, permitem a iluminação natural e minimizam o calor interno do ambiente. O ar condicionado adotado consome 17% menos de energia elétrica que o tradicional.
Coleta Seletiva: A loja de Niterói e todas as outras lojas da rede possuem Estações de Coleta Seletiva, incentivando o cliente a descartar o lixo corretamente, preservando o meio ambiente. Além da coleta de papel, vidro, metal e plástico, a empresa recebe também lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, pilhas, baterias, carregadores e celulares, e direciona para correta descontaminação e reciclagem.

Rio quer reduzir emissões de gases de efeito estufa até 2016


A Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Município do Rio de Janeiro acaba de lançar uma versão atualizada do Inventário de Emissões dos Gases do Efeito Estufa, em parceria com a COPPE/UFRJ, um dos principais centros de pesquisa do assunto. Com isso, o Rio torna-se a primeira cidade da América Latina a atualizar a pesquisa.
O documento resultou na criação do Plano de Ação para a Redução de Emissões dos Gases de Efeito Estufa da cidade do Rio de Janeiro, que vai embasar a palestra que o Secretário de Meio Ambiente e Vice-Prefeito do Rio, Carlos Alberto Muniz, fará no próximo dia 14 de julho, às 9:00 horas, na abertura do Workshop “Oportunidades de Negócios, Soluções e Tecnologias para uma Copa e uma Olimpíada mais Verdes”, na sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ (Rua do Russel número 1, Glória). 
Segundo a Secretaria, muito mais do que uma radiografia das emissões de dióxido de carbono no perímetro urbano o estudo representa um material inestimável para orientar a política de desenvolvimento da cidade. No documento, a Prefeitura e a COPPE/UFRJ traçaram distintos cenários de emissões dos gases do efeito estufa, indicando rumos que poderão ser tomados. 
No cenário B, que considera medidas em andamento tais como o novo Centro de Tratamento de Resíduos, corredores exclusivos de ônibus Transcarioca, Transolímpica e Transoeste), as reduções estimadas são de 8,3% em 2012, 13,5% em 2016, 13% em 2020 e 11,8% em 2025, comparadas às emissões de 2005, ano base do estudo. Tais metas estão atreladas também às medidas previstas no Plano de Ação da Cidade do Rio de Janeiro para a redução dos gases previamente estabelecidas pela política climática da cidade, como a duplicação da malha cicloviária, a expansão do programa de reflorestamento, a instalação do Centro de Tratamento de Resíduos e a racionalização dos Transportes coletivos, entre outros. 
As metas, no entanto, poderão ser potencializadas com a implementação de outras medidas viáveis, mas que ainda dependem de aprimoramento tecnológico, como o caso da captura do biogás no setor de resíduos, ou de projetos ainda em avaliação pelos técnicos da Prefeitura, como a implementação de lâmpadas LED na iluminação pública. Nesse caso, o cenário mais otimista (cenário C) aponta para uma redução nas emissões de 12% em 2012, 18,2% em 2016, 18,7% em 2020 e 17,5% em 2025.
Fonte:www.ciclovivo.com.br

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Plante uma árvore em um click!!!




No mês do meio ambiente, o Submarino Viagens lança um desafio para os seus viajantes:
É possível doar 8 mil árvores em 8 dias?
Nós e a SOS Mata Atlântica acreditamos que sim, mas vamos precisar da sua ajuda e de seus amigos, familiares, vizinhos e quem mais você conhecer para conseguirmos!
O seu click e a sua divulgação vão fazer a diferença!

COMO POSSO PARTICIPAR?

A cada mil clicks nele, vamos doar o valor para a SOS Mata Atlântica plantar uma árvore. Você pode clicar quantas vezes quiser!
A cada 1000 acessos 1 árvore será plantada!!!
O seu click e a sua divulgação vão fazer a diferença!

Cinzas de vulcão serão transformadas em tijolos na Patagônia argentina

As cinzas do vulcão chileno Puyehue poderão ser transformadas em tijolos na cidade turística de Villa La Angostura, na Patagônia argentina, disse à BBC Brasil o secretário de Obras Públicas e Serviços Públicos da localidade, Gabriel Fachado.
Tijolo feito a partir de cinzas de vulcão (Foto: Jornal Página 12)
 De acordo com estimativas da Defesa Civil local, Villa La Angostura acumula cerca de cinco milhões de metros cúbicos de cinzas, o suficiente, disseram, para encher as caçambas de 'um milhão de caminhões'.
Segundo ele, os tijolos serão usados inicialmente para a construção de casas populares, mas também serão úteis para outros modelos de casas e de hotéis.

Villa La Angostura possui quinze mil habitantes e desde que o vulcão entrou em erupção, no dia quatro de junho, muitos ficaram sem luz e água porque o peso das cinzas afetou os fios de alta tensão.
Nesta quinta-feira, segundo a Defesa Civil local, 75% da população já tinham luz, mas as cinzas voltaram a cair e a única certeza, disseram Fachado e Meier, é que a temporada de inverno será afetada.
'Pedras de vulcão também caíram nas estações de esqui e temos medo de uma avalanche. Mas com tijolos e outros projetos com estas cinzas vamos superar esta etapa e ficar prontos para a temporada de verão', disse Meier.
Antes, disse, é preciso 'sair do atual estado de emergência' na qual a localidade oficialmente se encontra.

Ruas de SP ganharão iluminação de LED


Economia gerada deve ser de 40%; cidade possui 510 mil pontos de iluminação, 260 mil deles ainda utilizam lâmpadas de vapor de mercúrio
São Paulo - A Rua Maria Antônia - que abriga o Centro Universitário Maria Antonia, da Universidade de São Paulo (USP), e a Universidade Presbiteriana Mackenzie - e a Praça Vilaboim, repleta de restaurantes na região de Higienópolis, ganharão iluminação pública de LED em 60 dias. Até o próximo ano, mais 16 túneis e passagens devem ser iluminados com LED na capital paulista.
Atualmente, o Ayrton Senna é o único túnel a usar essa iluminação mais sustentável. A cidade já tem as Ruas do Arouche, Amauri e Avanhandava com LED. Em maio, foi a vez de o Parque do Ibirapuera inaugurar sua nova e mais econômica iluminação. Foram colocados 200 pontos a mais de luz no parque - e, mesmo assim, há uma economia na conta de energia de 20%.Segundo o diretor do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), Paulo Strazzi, o LED vem sendo estudado há dois anos pela Prefeitura. “A tecnologia está em franca expansão, ficando melhor e mais barata”, diz. Os primeiros locais escolhidos são os que costumam ter circulação de pessoas à noite, para que a tecnologia seja testada pela população.
Na Rua do Arouche, dez postes tiveram sua iluminação convencional substituída por luminárias de LED. Antes, as lâmpadas de vapor de sódio duravam até 4 anos, e as novas unidades desse tipo têm vida útil de 11 anos. Segundo Marcos de Oliveira Santos, gerente de marketing da Osram do Brasil, a economia de energia é de cerca de 40%.
São Paulo possui 510 mil pontos de iluminação pública, com 560 mil lâmpadas. A intenção é trocar as 260 mil lâmpadas de vapor de mercúrio ainda existentes - uma tecnologia de mais de 40 anos segundo Strazzi - por lâmpadas de vapor metálico, de vapor de sódio e por LEDs. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:http://info.abril.com.br/noticias

Telhado verde


A sede da Prefeitura Municipal de São Paulo, no centro da cidade, tem um dos mais bem conservados jardins de edifícios públicos do país, com dezenas de espécies catalogadas. O detalhe é que essa porção verde fica no topo do Palácio do Anhangabaú e, portanto, passa despercebida por boa parte dos cidadãos


Vista de cima, a capital paulista revela quão escassos ainda são os telhados verdes, coberturas em que lajes e telhas recebem vegetação rasteira ou mesmo árvores. E essa ausência se repete por todo o Brasil. Em Nova York, onde existe uma lei de incentivo à adoção desse sistema desde 2008, foram pedidas licenças para forrar com plantas perto de 87 700 m², só no primeiro ano. Isso equivale a mais de 11 vezes a medida do campo do estádio do Morumbi, em São Paulo. Lá, os solicitantes são favorecidos com descontos no imposto predial da cidade. Algo semelhante ocorre em Vancouver, no Canadá, onde a Biblioteca Municipal exibe um jardim de 1 850 m². E por aqui, o que é possível?

"A cobertura verde é uma solução muito eficaz para equilibrar o comportamento térmico das edificações", explica a arquiteta carioca Alexandra Lichtenberg, diretora da consultoria EcoHouse. "As plantas auxiliam não só a baixar a temperatura como também a evitar o resfriamento exagerado", complementa. Além de minimizar as ilhas de calor - áreas superaquecidas em metrópoles excessivamente impermeabilizadas -, os telhados com cobertura vegetal favorecem o isolamento acústico e diminuem o impacto das chuvas ao reter parte da água que iria diretamente para as galerias pluviais, reduzindo o volume das enxurradas. Até mesmo a biodiversidade é favorecida: eles atraem pássaros para os centros urbanos. A poluição também cai significativamente, já que, para realizar a fotossíntese, as plantas sequestram monóxido de carbono e eliminam oxigênio. Com tantos benefícios, o ganho estético proporcionado pelo embelezamento da paisagem pode ser visto como um desejável complemento. Mas então por que esse recurso não é mais amplamente adotado? 

Fonte: Planeta Sustentável